Afrodisiacos

Certas plantas ou especiarias são conhecidas por seus efeitos estimulantes na sexualidade. Essas substâncias, conhecidas como afrodisíacos, são encontradas na natureza e podem ser incorporadas à nossa dieta. Quais são os melhores afrodisíacos e como usá-los diariamente?

O que é um afrodisíaco?

Um afrodisíaco é uma substância natural, de origem vegetal (vegetal, etc.) ou animal usada com o objetivo de estimular o desejo sexual. Os efeitos desejados estão, portanto, relacionados ao desempenho (ereção, resistência) e prazer (aumento da libido, estimulação de zonas erógenas), etc. Os afrodisíacos são usados ​​como estimulantes e não como gatilhos: eles devem ajudar a libido e acentuar os desejos sexuais.

No entanto, alguns estudos afirmam que os benefícios dos afrodisíacos não foram comprovados e que sua ação na sexualidade é de fato apenas devido ao efeito placebo. Falamos então de plantas ou especiarias com supostos efeitos afrodisíacos, mas das quais nada é inteiramente certo ou demonstrado.

O que são alimentos afrodisíacos?

Existem vários alimentos para integrar em nosso prato para estimular a sexualidade de maneira natural. O cacau, por exemplo, aumenta a presença de serotonina e endorfinas no corpo. Esses produtos químicos, conhecidos por terem efeitos antidepressivos, proporcionam uma sensação de bem-estar e euforia no corpo.

O último poderia, portanto, ser benéfico ao prazer sexual. Por seu lado, ostras são ricas em zinco, um oligoelemento presente no esperma, que os homens perdem durante a ejaculação. Assim, esse alimento, como todos os outros frutos do mar, promoveria a produção de testosterona e, assim, estimularia sua libido e aumentaria o apetite sexual. Finalmente, certos vegetais, como aipo e aspargos, também promovem a produção de testosterona.

Especiarias como estimulantes sexuais

Especiarias são provavelmente os afrodisíacos naturais mais conhecidos. Entre eles, gengibre e cravo são conhecidos por serem os mais poderosos. O cravo, originário da Indonésia, aumenta o fluxo sanguíneo e dá tom, o que teria a conseqüência de melhorar o desempenho e, em particular, a ereção nos homens. O mesmo vale para o gengibre, que também estimularia a produção de esperma nos homens.

Leia também:  Ereção matinal: uma ereção ao acordar é um indicador de boa saúde?

O açafrão, por sua vez, contribui para a lubrificação da mucosa vaginal. Devido ao seu conteúdo em fitosterol, também estimula as zonas erógenas do corpo, que visam aumentar o desejo sexual. Pimenta, baunilha ou canela, por seus efeitos estimulantes no sistema sanguíneo, também teria um efeito benéfico na sexualidade.

Leia também: Xtragel.

Os outros afrodisíacos naturais

Também existem plantas ou outros alimentos naturais que aumentam o tom e, portanto, têm um efeito potencial na sexualidade. O anis, por exemplo, contém anetol, uma substância com efeitos semelhantes aos do estrogênio, um hormônio sexual feminino. Assim, esta planta da família herbácea pode estimular hormonalmente a libido e afetar o apetite sexual da pessoa que a consome.

O ginseng, uma planta perene nativa da Ásia, também é conhecida por suas propriedades vasodilatadoras, o que facilitaria a ereção. Seu efeito estimulante no sistema nervoso central também seria benéfico para as mulheres. Finalmente, a maca, planta cultivada no Peru, também possui propriedades energéticas, o que a tornaria uma substância afrodisíaca.

Os afrodisíacos ainda são eficazes?

Se você só quer apimentar seu sexo, então os afrodisíacos são para você. No entanto, esses alimentos ou substâncias naturais não devem ser considerados produtos milagrosos: sua ação diz respeito a todo o corpo e os efeitos não se concentram no desempenho sexual.

Se você não tem desejo, não tem mais nenhum desejo ou experimenta uma diminuição da libido, é possível que eles não afetem seus desejos. Como o sexo está fortemente ligado à mente, se você não estiver em boas condições psicológicas, mesmo um afrodisíaco não será eficaz. Além disso, como sua eficácia não é reconhecida, é possível que o efeito placebo seja parcialmente responsável por sua ação e, portanto, nem todos reagimos da mesma maneira.

Leia também:  SEXO NA ÁGUA: PRÓS, CONTRAS E POSES